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GANHAR OU PERDER: Pode depender de você!
A medida que vivo e estudo – com a vida aprofundo estudos, com estudos busco compreender a vida – convenço-me cada vez mais, de que não somos meros títeres nas mãos do acaso, que temos sim uma parcela majoritária e decisiva, em gerar à partir de nós e das circunstâncias, as condições de vida que almejamos ter.
Pouquíssimas pessoas – evoco a parábola do semeador – saberão aproveitar bem as sementes, as oportunidades, os investimentos que a vida lhes faz.
Vão passar a vida inteira escutando mensagens de ânimo e vitória, lendo livros e livros de auto-ajuda sobre “Como Vencer”, e não atingirão alvos mais elevados, limitando-se a uma existência rasteira.
E por qual motivo? Muitos...
Dentre eles, vontade enfraquecida, mente e sentimentos mal treinados, ausência de disciplina e força interior que é a grande propulsão para alcançar objetivos!
Jamais se submeterão a um programa de estudo ou exercícios (físicos, mentais ou espirituais) que demande tempo e constância, não construirão estruturas interiores sólidas – porque isso leva meses e anos – sequer terão paciência de esperar a frutificação de alguma semente lançada em suas vidas.
Definitivamente, se não vencemos, não será – quase nunca é – pela força dos inimigos externos, mas sim, pela fragilidade interior, pela maneira desordenada com que nos conduzimos ou pela ausência de atitudes firmes na busca do êxito!
Nem vou desfilar aqui uma lista de grandes nomes da história, que padeceram toda sorte de adversidades, já nasceram em desvantagem (aleijados e portadores de doenças congênitas), cresceram em ambiente hostil, e ao invés de arrumarem desculpas ou buscarem culpados para justificar-se, foram à luta e demonstraram ter aquele “peito de aço” que nunca sucumbe diante do mais negro dos quadros existenciais.
É claro, que os ingredientes desse “ bolo de sucesso” é bem diversificado: passa pela escolha da semente, o tempo oportuno para semear, a terra onde alguém decidiu investir, a dedicação na preservação, cultivo e manutenção de seu jardim ou horta, e por ai vai...
No mais, é a compreensão de que os acontecimentos andam de tal forma inter-ligados, que não dá para se ter, por exemplo, um casamento estável e pelo menos satisfatório, se não criar em si mesmo estabilidade emocional, avaliar bem com quem vai casar: que tipo de criação teve, quais os possíveis acontecimentos que podem ter marcado a vida interior ao ponto de comprometer a convivência quando vier o desgaste inevitável da relação – pelos fatores internos e pressões externas – se trata-se de uma pessoa que possui identificação com projetos em comum, se tem maturidade suficiente para encarar uma empresa dessas, etc.
Caso alguém não considere prudentemente todos esses fatores e muitos outros, corre riscos de se dar mal em um relacionamento, causar aflições para a família de ambos, e se vier filhos – há os que se iludem mais ainda achando que vão resolver – serão mais vítimas de problemas que se multiplicarão, culminando cedo ou tarde num fim traumático para todos.
Esse despreparo, essa falta de construção interior sólida, é o responsável por quase a totalidade de todos os fracassos sejam em que áreas forem da vida: empresarial, sentimental, espiritual, etc.
É provável que alguém leia esse artigo e tire bom proveito, reveja seus valores, mude a disposição, e acorde para um efetivo compromisso com a vida.
Outros vão mandar naquelas insuportáveis “correntes de mensagens” enviadas a varejo e atacado a toda lista de endereços de e-mail que conhecem, quase como uma bala perdida em busca de uma cabeça pra entrar!
No mais? É só um artigo em meio a milhares de outros, que não será lido ou caso seja, jamais sairá desse site se efetivando na vida de quem lê.
Isso explica em parte, porque tantas mensagens a falar sobre êxito, fama e sucesso, enquanto a grande maioria da humanidade vai continuar vivendo na miséria e derrota, contemplando miragens e confundindo sonhos – que se devem construir com elementos da realidade – com fantasias vendidas pelos mercadores de ilusões.
Darckson Lira.
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